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Caso Gavin Arvizo

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1 Caso Gavin Arvizo em Dom Abr 08, 2012 9:19 pm

Fonte: Blog Mjj- Fc


Gavin Arvizo poderia ser apenas mais uma das milhares de crianças que Michael Jackson, generosamente, ajudou. Aos 10 anos, ele foi diagnosticado com um tumor canceroso de 4 quilos no rim, que precisou ser retirado, juntamente com a vesícula. Michael pagou seus remédios e caros tratamentos. Em pouco tempo, Gavin e toda a família - sua mãe, seu irmão e sua irmã - já estavam hospedados em Neverland. Até aí, nada muito surpreendente. Diversas crianças doentes já haviam sido ajudadas pelo Rei do Pop. O único problema é que a família Arvizo estava definitivamente decidida a destruir o pedaço de felicidade que ainda restava em Michael Jackson - e faturar o máximo possível com isso!

Parece que a fita voltou. Sua ligação 'paterna' com Gavin Arvizo era idêntica a ligação com Jordie Chandler, que lhe causou tanto sofrimento. Estava tudo acontecendo exatamente como aconteceu em 1993. Dessa vez, porém, os resultados da inocência - e até certa ingenuidade - de Michael foram, de longe, piores. Nada foi resolvido com pagamentos, como da primeira vez. Agora, o caso parou no tribunal!

Michael Jackson era realmente um pote de ouro. Janet Arvizo (a mãe) se aproveitou o quanto pôde do dinheiro. Tudo que pediam, eles conseguiam. Presentes, brinquedos, viagens... pura mordomia. Mas Janet sabia que toda essa boa-vida não duraria para sempre, e foi logo esquematizando um plano para não sair de mãos abanando.

Em síntese, todo o inferno começou com o documentário 'Living With Michael Jackson', de Martin Bashir. Nele, Michael é retratado como um bizarro louco que leva crianças para a cama e vive isoladamente com seus filhos num rancho de mais de 2.000 acres. A cena mais polêmica foi a de MJ de mãos dadas com Gavin, contando como eram suas noites em Neverland: um dormia no chão, num saco de dormir, e o outro na cama. O Rei do Pop permitiu que Bashir seguisse seus passos durante 8 meses, o acompanhando aonde fosse. A intenção era melhorar sua imagem pública. Porém, não foi um golpe muito esperto. O quadro acabou se revertendo e a imagem de Michael Jackson ficou ainda mais arrasada.

Em consequência do documentário, oficiais do bem-estar infantil começaram a investigar o relacionamento de Michael com Gavin. Mas nada foi adiante, porque o garoto negou qualquer envolvimento inadequado que supostamente teria ocorrido. Nessa época, a família Arvizo ganhou diversas oportunidades para acusar Michael e divulgar esses 'abusos', mas não o fez. Muito pelo contrário! Eles apareceram em filmagens e gravações enchendo o Rei do Pop de elogios.

"Um verdadeiro homem de família. É um homem ideal e eu o amo com todo o meu coração. Ele abriu seus braços. Assegurou-se de que meus filhos estivessem seguros e felizes, uma felicidade que nunca tiveram", disse Janet no 'documentário resposta' que Michael Jackson fez para Martin Bashir (The Footage You Were Never Meant to See / A fita que não era para você ver). Fato é que toda a família tratava o Rei do Pop como um pai, e jurava de pés juntos que nada de sexual estava acontecendo entre eles.

Porém, do nada, sem nenhum motivo aparente, toda a família Arvizo voltou-se contra Michael Jackson e espalhou histórias sobre os supostos abusos sexuais. Finalmente, o Rei do Pop começa a afastar-se de Gavin. Janet, então, dá início ao seu 'plano diabólico'. Entra em contato com diversos advogados e submete seu filho a sessões com psicológos.

Algo muito estranho havia acontecido. As declarações de Gavin Arvizo, seu irmão e sua irmã estavam completamente diferentes! Falavam o contrário de tudo que já tinham dito. Disseram ao psicólogo que Gavin havia sido abusado sexualmente, que teriam ingerido bebidas alcoólicas e que foram obrigados a falar, anteriormente, que Michael era como um 'pai'. Tudo mudou de uma forma tão absurda que, quando se deu conta, o Rei do Pop já estava como réu em um tribunal se defendendo de 10 acusações, entre elas extorsão, abuso sexual e cárcere privado.

Em Novembro de 2003, a polícia conseguiu uma ordem judicial para fazer buscas em Neverland. No mesmo mês, Michael Jacksn foi preso e solto após pagar uma fiança de 3 milhões de dólares. Mais tarde, em uma entrevista a Ed Bradley, do programa 60 Minutes, relatou ter sido agredido física e mentalmente na prisão. Disse que os policiais machucaram seus braços com as algemas e o prenderam num banheiro cheio de fezes por cerca de 45 minutos, enquanto debochavam: 'O cheiro aí está bom?'.

"Ambição, dinheiro. Em algum lugar, a ambição entrou em alguém. Eu não posso dizer com certeza, mas tem a ver com dinheiro. 'É Michael Jackson, olha o que temos aqui, vamos conseguir dinheiro com isso'. É exatamente o que aconteceu. [...] Os pais têm poder sobre as crianças. Elas sentem que têm de fazer o que os pais dizem. Mas o dinheiro é a raiz de todo o mal, o amor pelo dinheiro é a raiz de todo o mal. Essa era uma criança doce, e vê-lo mudar assim... Esse não é ele. Eu conheço o coração dele", disse Michael.

Esse não foi o primeiro caso judicial em que a família Arvizo estava envolvida. Em 1998, eles foram detidos ao furtar a loja californiana J.C. Penney. Mas Janet fez um 'barraco' e a queixa foi retirada. Os Arvizo, então, alegaram que teriam sido espancados pelos seguranças.

"Nas mais de 200 páginas de documentos relativos ao caso, surge um quadro inquietador em relação à matriarca da famĺia. O psiquiatra contratado pela J.C. Penney para avaliar Janet Ventura Arvizo rotulou-a de 'esquizofrênica' e 'delirante'. Segundo o médico, 'ela sofria por ser uma ninguém'", escreveu o biógrafo J. Randy Taraborelli em 'Michael Jackson - A Magia e a Loucura'.

Alguns anos depois, Janet volta a processar a J.C. Penney, dessa vez por assédio sexual. Os seguranças teriam 'acariciado' seus seios. O psiquiatra da loja alegou que ela treinava os filhos para que a ajudassem nos golpes. A família acabou lucrando 137 mil dólares com tudo isso.

O julgamento do Rei do Pop só começou no início de 2005, tendo como:

Promotor - Thomas Sneddon
Advogado de defesa - Thomas Mesereau
Juiz - Rodney Melville

Foi um verdadeiro inferno para Michael. Segundo muitos, ele estava 'morrendo aos poucos'. Em certos momentos, parecia extremamente frágil. Apesar de tentar passar uma imagem forte, tranquila e confiante, todos sabiam que estava se corroendo por dentro. Chegou no seu limite. Era sofrimento demais para alguém que sempre procurou fazer o bem às pessoas.

Muitos dias se passaram. Dolorosos dias. Diversas testemunhas depuseram. Algumas, mentirosas. As declarações dos Arvizo eram contraditórias. A cada dia, contavam histórias diferentes. Estavam desesperados por provas consistentes contra Michael, mas não conseguiram.

Durante as audiências, histórias contadas pela acusação foram desmentidas. Uma aeromoça de um voo que Jackson compartilhou com Gavin em 2003 relatou que em nenhum momento ele deu bebidas alcoólicas ou teve condutas impróprias com o menor. Muitas testemunhas declararam que Arvizo era rude e esnobe. Michael jamais mostrou pornografias a nenhuma criança (apesar de admitir ter material pornô - hetero - escondido em Neverland), mas o garoto e seu irmão tinham contato com materiais do tipo por vontade própria, sem conhecimento ou consentimento do astro. Também bebiam às escondidas. Eles realmente fizeram uma 'farra' em Neveland, e Michael nem imaginava o que estava acontecendo por lá.

Tanto a defesa quanto a promotoria tiveram seus altos e baixos, mas a verdade prevaleceu. Em 13 de junho de 2005, Michael Joseph Jackson foi declarado inocente. Fãs vibravam desesperadamente enquanto era anunciado: "Nós, do júri, declaramos o réu inocente de todas as acusações". Foi um dia de glória para o Rei do Pop. Apesar do grande desgaste emocional que ele sofreu, a justiça foi feita e a família Arvizo, definitivamente, saiu de mãos abanando. E, agora, não teriam como contar com a ajuda de Michael. Pobres almas.


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2 Re: Caso Gavin Arvizo em Qui Maio 10, 2012 6:22 pm

É, o que pessoas como estas não fazem por dinheiro, pensam somente em si, não a quem estão acusando, mesmo sendo inocente. Michael, mesmo sendo declarado inocente, foi e ainda é condenado por muitos, o que me entristece muito. Um menino quando viu a foto de Michael em meu iPad, perguntou se eu era fã e disse que ele merecia ter morrido, pois era um pedófilo. Fiquei muito triste, por que antes de julgar alguém, tem que se obter informações sufientes, e isso esta em falta, pessoas falam demais sem mesmo saber a verdade. Eu sofro por isso.

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3 Re: Caso Gavin Arvizo em Sex Maio 11, 2012 11:33 am


Foi um verdadeiro inferno para Michael. Segundo muitos, ele
estava 'morrendo aos poucos'. Em certos momentos, parecia extremamente
frágil. Apesar de tentar passar uma imagem forte, tranquila e confiante,
todos sabiam que estava se corroendo por dentro. Chegou no seu limite.
Era sofrimento demais para alguém que sempre procurou fazer o bem às
pessoas.

Michael só fez o bem e recebeu decepções, ele não mereceu.

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